Começou a 5ª edição do festival Cena Brasil Internacional, que acontece no CCBB, no Centro, com 12 atrações no total, entre espetáculos nacionais e produções de cinco países diferentes. Nesta edição, marcam presença artistas da Argentina, da Bulgária, do Chile, da Espanha e de Portugal (as apresentações são acompanhadas por legendas eletrônicas em português). Todos os espetáculos têm ingressos a R$ 20, e ocupam as três salas de teatro do centro cultural até o dia 12.

Atração nacional: "Sonata Fantasma Bandeirantes", com Alessandra Negrini (Foto: Lenise Pinheiro)
Atração nacional: “Sonata Fantasma Bandeirantes”, com Alessandra Negrini (Foto: Lenise Pinheiro)

A programação foi aberta na quarta (1º/6), com três produções nacionais inéditas no Rio de Janeiro: “Sonata Fantasma Bandeirantes”, que marca o retorno de Alessandra Negrini (de “A Senhora de Dubuque”) aos palcos; “Rêverie”, que mistura dança e dramaturgia; e “O Ano Em Que Sonhamos Perigosamente”, do grupo pernambucano Magiluth. Todos serão reapresentados nesta quinta (2/6).

As primeiras atrações estrangeiras estão marcadas para sábado (4/6). “Acceso”, escrito e dirigido pelo cineasta chileno Pablo Larraín (dos filmes “No” e “O Clube”), é um destaque desse primeiro fim de semana. O espetáculo é um monólogo construído a partir de depoimentos de garotos abusados sexualmente. Na história, Sandokán é um vendedor ambulante que sofreu abusos na infância e na juventude, inclusive em uma instituição para reabilitação de menores.

"Acceso", espetáculo chileno (Foto: Divulgação)
“Acceso”, espetáculo chileno (Foto: Divulgação)

– Vejo o festival deste ano como uma grande e complexa obra em aberto, que ativa reflexões acerca da potência do corpo e da sexualidade feminina, do feminismo, performance queer, arte versus terapia, travestilidade, sociedade patriarcal, machismo, opressão e abuso sexual, colapso neoliberal, levantes e ocupações na política contemporânea, violência contra os povos indígenas, relações e conflitos do homem com o mundo animal, entre outros. São temas urgentes, que permeiam os grandes debates públicos, mas que serão, aqui, transfigurados em potência poética a partir do trabalho de cada um desses artistas. – aponta o curador Luiz Felipe Reis.

Confira a programação completa:

02 DE JUNHO (QUINTA)

19h: Sonata fantasma bandeirante (Brasil)
Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 75 min. Dramaturgia e direção: Francisco Carlos. Elenco: Alessandra Negrini, Daniel Faleiros, Daniel Morozetti e Begê Muniz. Sinopse: A expedições realizadas entre os séculos XVII e XVIII para desbravar o território do Brasil Colônia – as chamadas “Entradas e Bandeiras” – serviram de mote para o autor e diretor amazonense Francisco Carlos criar Sonata fantasma bandeirante. Nessas incursões, os colonizadores escravizavam o povo indígena e procuravam por minas de ouro. Em cena, uma tradicional família paulista do século XVII habita uma casa de taipa no povoado pobre de São Paulo de Piratininga. A rotina do clã é assombrada por uma série de hipotéticos assaltos de índios escravizados, corsários e piratas. A montagem marca o retorno de Alessandra Negrini aos palcos, depois de três anos. A atriz interpreta a matriarca da família que comanda a casa e os escravos, enquanto os homens se ocupam das expedições.

19h30: Rêverie (Brasil)
Local: Teatro 2. (158 lugares). Classificação: 12 anos. Duração: 45 min. Dramaturgia e direção: Morena Nascimento e Carolina Bianchi. Elenco: Morena Nascimento.
Sinopse: O solo da bailarina e coreógrafa mineira Morena Nascimento mistura dança e dramaturgia. Em parceria com a dramaturga e diretora gaúcha Carolina Bianchi, Morena criou Rêverie a partir de Sonhos, uma série de fotomontagens da alemã Greta Stern (1904-1999), criadas para a coluna “A psicanálise ajudará você”, da revista argentina Idilio. Nesses trabalhos, publicados entre 1948 e 1952, Greta procurava interpretar os sonhos que as mulheres relatavam em busca de explicações para suas angústias. Morena concebeu Rêverie a convite do Festival Pina 40, que celebrou os quarenta anos da companhia da coreógrafa Pina Bausch, com quem trabalhou ao longo de três anos como bailarina. Ela atuou também no filme em homenagem a Pina Bausch, dirigido por Wim Wenders.

20h: O ano em que sonhamos perigosamente (Brasil)
Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 75 min. Direção: Pedro Wagner. Dramaturgia: Pedro Wagner e Giordano Castro. Elenco: Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Thiago Liberdade.
Sinopse: Baseado no livro homônimo do filósofo esloveno Slavoj Zizek e inspirado nas obras do filósofo francês Gilles Deleuze e do cineasta grego Yorgos Lanthimos (vencedor do Prêmio do Júri de Cannes, com o filme A lagosta), o oitavo trabalho do grupo pernambucano Magiluth utiliza a imagem do próprio “fazer teatral” para questionar o momento político atual. Em cena, cinco homens treinam (correm, brigam, dançam, caem e morrem), buscando novas formas e composições para construir algo belo, cujo nome ainda desconhecem. A peça é dirigida por Pedro Wagner, que assina a dramaturgia com Giordano Castro. Os dois integram o elenco ao lado de Erivaldo Oliveira, Mário Sergio Cabral e Thiago Liberdade.

"O Ano em que Sonhamos Perigosamente" (Foto: Divulgação)
“O Ano em que Sonhamos Perigosamente” (Foto: Divulgação)

03 DE JUNHO (SEXTA)

19h: O ano em que sonhamos perigosamente (Brasil)
Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 75 min. Direção: Pedro Wagner. Dramaturgia: Pedro Wagner e Giordano Castro. Elenco: Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Thiago Liberdade.
Sinopse: Baseado no livro homônimo do filósofo esloveno Slavoj Zizek e inspirado nas obras do filósofo francês Gilles Deleuze e do cineasta grego Yorgos Lanthimos (vencedor do Prêmio do Júri de Cannes, com o filme A lagosta), o oitavo trabalho do grupo pernambucano Magiluth utiliza a imagem do próprio “fazer teatral” para questionar o momento político atual. Em cena, cinco homens treinam (correm, brigam, dançam, caem e morrem), buscando novas formas e composições para construir algo belo, cujo nome ainda desconhecem. A peça é dirigida por Pedro Wagner, que assina a dramaturgia com Giordano Castro. Os dois integram o elenco ao lado de Erivaldo Oliveira, Mário Sergio Cabral e Thiago Liberdade.

20h: Sonata fantasma bandeirante (Brasil)
Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 75 min. Dramaturgia e direção: Francisco Carlos. Elenco: Alessandra Negrini, Daniel Faleiros, Daniel Morozetti e Begê Muniz. Sinopse: A expedições realizadas entre os séculos XVII e XVIII para desbravar o território do Brasil Colônia – as chamadas “Entradas e Bandeiras” – serviram de mote para o autor e diretor amazonense Francisco Carlos criar Sonata fantasma bandeirante. Nessas incursões, os colonizadores escravizavam o povo indígena e procuravam por minas de ouro. Em cena, uma tradicional família paulista do século XVII habita uma casa de taipa no povoado pobre de São Paulo de Piratininga. A rotina do clã é assombrada por uma série de hipotéticos assaltos de índios escravizados, corsários e piratas. A montagem marca o retorno de Alessandra Negrini aos palcos, depois de três anos. A atriz interpreta a matriarca da família que comanda a casa e os escravos, enquanto os homens se ocupam das expedições.

04 DE JUNHO (SÁBADO)

19h: Acceso (Chile)
Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: 18 anos. Duração: 55 min. Dramaturgia: Pablo Larraín e Roberto Farías. Direção: Pablo Larraín.
Sinopse: Diretor dos aclamados filmes No (indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2013) e O clube (vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim em 2015), o cineasta chileno Pablo Larraín faz sua estreia na dramaturgia e direção teatral com Acceso, um monólogo criado para o ator Roberto Farías (que também integra o elenco de O clube). Criada em parceria por Larraín e Fárias, a dramaturgia foi construída a partir de muitos depoimentos de garotos abusados sexualmente. Esse foi ponto de partida para a criação do personagem Sandokán, um vendedor ambulante, vítima de abusos ao longo da infância e da juventude, inclusive em uma instituição para reabilitação de menores. Ele precisa vender para sobreviver, mesmo que para isso deva narrar e expor sua vida.

19h30: Songs from my shows (Bulgária)
Local: Teatro 2. (158 lugares). Classificação: 18 anos. Duração: 60min. Concepção e performance: Ivo Dimchev.
Sinopse: O coreógrafo e performer búlgaro Ivo Dimchev mistura performance, dança, teatro, música, desenhos e fotografia. Autor de mais de trinta espetáculos, recebeu inúmeros prêmios internacionais de dança e teatro e se apresentou em diversos países da Europa, América do Sul e América Norte. Acompanhado pelo pianista Dimitar Gorchakov, Dimchev interpreta ao vivo quinze composições musicais de sua autoria, especialmente selecionadas para a performance, revelando sua poesia afiada e seu potente trabalho vocal.

05 DE JUNHO (DOMINGO)

19h: Acceso (Chile)
Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: 18 anos. Duração: 55 min. Dramaturgia: Pablo Larraín e Roberto Farías. Direção: Pablo Larraín.
Sinopse: Diretor dos aclamados filmes No (indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2013) e O clube (vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim em 2015), o cineasta chileno Pablo Larraín faz sua estreia na dramaturgia e direção teatral com Acceso, um monólogo criado para o ator Roberto Farías (que também integra o elenco de O clube). Criada em parceria por Larraín e Fárias, a dramaturgia foi construída a partir de muitos depoimentos de garotos abusados sexualmente. Esse foi ponto de partida para a criação do personagem Sandokán, um vendedor ambulante, vítima de abusos ao longo da infância e da juventude, inclusive em uma instituição para reabilitação de menores. Ele precisa vender para sobreviver, mesmo que para isso deva narrar e expor sua vida.

19h30: Songs from my shows (Bulgária)
Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: 18 anos. Duração: 55 min. Dramaturgia: Pablo Larraín e Roberto Farías. Direção: Pablo Larraín.
Sinopse: Diretor dos aclamados filmes No (indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2013) e O clube (vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim em 2015), o cineasta chileno Pablo Larraín faz sua estreia na dramaturgia e direção teatral com Acceso, um monólogo criado para o ator Roberto Farías (que também integra o elenco de O clube). Criada em parceria por Larraín e Fárias, a dramaturgia foi construída a partir de muitos depoimentos de garotos abusados sexualmente. Esse foi ponto de partida para a criação do personagem Sandokán, um vendedor ambulante, vítima de abusos ao longo da infância e da juventude, inclusive em uma instituição para reabilitação de menores. Ele precisa vender para sobreviver, mesmo que para isso deva narrar e expor sua vida.

"Mate-me de prazer" (Foto: Divulgação)
“Mate-me de prazer” (Foto: Divulgação)

06 DE JUNHO (SEGUNDA)

GRÁTIS > 20h45: C_VIB (Portugal)
Local: Saguão na frente da sala de cinema. Classificação: Livre. Duração: 45 min. Direção artística e interpretação: Simão Costa e Yola Pinto.
Sinopse: C_VIB é um espetáculo-concerto criado pelos artistas portugueses Yola Pinto (bailarina) e Simão Costa (músico e compositor), que explora as propriedades físicas do som. Formado por quatro esculturas sonoras batizadas de chão, arcos, flor e permanecer, C_VIB desafia o público a ver, ouvir e tocar o som. As peças são constituídas por uma base de chão quadrada com 1,80m de lado, formando uma instalação interativa que materializa o som. Durante o festival, a instalação sonora ficará exposta permanentemente no saguão na frente da sala de cinema do CCBB, onde acontecerá a performance.

20h: Mate-me de prazer (Brasil)
Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 60 min. Concepção, dramaturgia, performance e direção: Carolina Bianchi.
Sinopse: Conhecida por seu trabalho na Cia. dos Outros, a atriz, dramaturga diretora gaúcha Carolina Bianchi dá continuidade à sua experiência autoral em Mate-me de prazer. Acompanhada pelo músico Lucas Vasconcellos (guitarra, samplers, teclados e trompete), a atriz narra a história de uma mulher apresentando seu estudo sobre um país que, após sofrer uma série de catástrofes naturais, desperta em seus habitantes um imenso sentimento de amor e liberdade sexual. A população começa a praticar sexo ininterruptamente, iniciando um processo evolutivo acelerado e provocando transformações drásticas e irreversíveis. Ensaios e entrevistas do poeta e cineasta italiano Pier Paolo Pasolini, o livro Manifesto contrassexual, de Beatriz Preciado e o texto A supressão do objeto, da artista plástica Lygia Clark, serviram de alicerces na criação da peça.

07 DE JUNHO (TERÇA)

19h30: I-cure (Bulgária)
Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: 18 anos. Duração: 70 min. Concepção e performance: Ivo Dimchev.
Sinopse: O coreógrafo e performer búlgaro Ivo Dimchev mistura performance, dança, teatro, música, desenhos e fotografia. Autor de mais de trinta espetáculos, recebeu inúmeros prêmios internacionais de dança e teatro e se apresentou em diversos países da Europa, América do Sul e América Norte. Em I-cure, Dimchev pondera a diferença entre terapia e teatro, ou cura e cultura. Durante uma performance provocativa, o artista levanta questões como: se a cura é uma escolha, porque não fazer esta escolha no teatro? Por que devemos desperdiçar uma hora tentando ser mais culto, quando podemos usá-la para ser mais saudável? É um espetáculo feito para curar não só as dificuldades físicas ou psicológicas específicas que alguém possa ter, mas todas elas simultaneamente.

20h: Mate-me de prazer (Brasil)
Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 60 min. Concepção, dramaturgia, performance e direção: Carolina Bianchi.
Sinopse: Conhecida por seu trabalho na Cia. dos Outros, a atriz, dramaturga diretora gaúcha Carolina Bianchi dá continuidade à sua experiência autoral em Mate-me de prazer. Acompanhada pelo músico Lucas Vasconcellos (guitarra, samplers, teclados e trompete), a atriz narra a história de uma mulher apresentando seu estudo sobre um país que, após sofrer uma série de catástrofes naturais, desperta em seus habitantes um imenso sentimento de amor e liberdade sexual. A população começa a praticar sexo ininterruptamente, iniciando um processo evolutivo acelerado e provocando transformações drásticas e irreversíveis. Ensaios e entrevistas do poeta e cineasta italiano Pier Paolo Pasolini, o livro Manifesto contrassexual, de Beatriz Preciado e o texto A supressão do objeto, da artista plástica Lygia Clark, serviram de alicerces na criação da peça.

08 DE JUNHO (QUARTA)

19h30: I-cure (Bulgária)
Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: 18 anos. Duração: 70 min. Concepção e performance: Ivo Dimchev.
Sinopse: O coreógrafo e performer búlgaro Ivo Dimchev mistura performance, dança, teatro, música, desenhos e fotografia. Autor de mais de trinta espetáculos, recebeu inúmeros prêmios internacionais de dança e teatro e se apresentou em diversos países da Europa, América do Sul e América Norte. Em I-cure, Dimchev pondera a diferença entre terapia e teatro, ou cura e cultura. Durante uma performance provocativa, o artista levanta questões como: se a cura é uma escolha, porque não fazer esta escolha no teatro? Por que devemos desperdiçar uma hora tentando ser mais culto, quando podemos usá-la para ser mais saudável? É um espetáculo feito para curar não só as dificuldades físicas ou psicológicas específicas que alguém possa ter, mas todas elas simultaneamente.

20h: 30/40 livingstone (Espanha)
Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 75 min. Concepção, direção e interpretação: Sergi López e Jorge Picó.
Sinopse: Sucesso no festival de Avignon em 2014, 30/40 livingstone é uma peça surrealista, bem-humorada e vibrante escrita, dirigida e interpretada pelos espanhóis Sergi López (conhecido no Brasil por filmes como Harry Chegou para Ajudar, Uma Relação Pornográfica, Tango Livre e O Labirinto do Fauno) e Jorge Picó. Em cena, um explorador (Lopez), após buscar, localizar e observar as mais preciosas espécies do planeta, está à procura, como dizem os relatos, do “animal dos animais” (Picó), invisível aos olhos humanos até agora. Trata-se de sua maior obsessão. O que ele não sabe é que o encontro com esse animal vai mudar sua vida e nada mais será como antes.

"I-cure", da Bulgária (Foto: Divulgação)
“I-cure”, da Bulgária (Foto: Divulgação)

09 DE JUNHO (QUINTA)

19h30: Viejo, solo y puto (Argentina)
Local: Teatro 2. (158 lugares). Classificação: 15 anos. Duração: 60 min. Dramaturgia e direção: Sergio Boris. Elenco: Patricio Aramburu, Marcelo Ferrari, Darío Guersenzvaig, Federico Liss e David Rubinstein.
Sinopse: O autor, diretor e ator argentino Sergio Boris aborda o desejo e a insatisfação no premiado espetáculo Viejo, solo y puto. Em cena, Daniel acaba de se formar em Farmácia e Bioquímica, depois de passar mais de uma década estudando longe de casa. Agora está de volta a Wilde, cidade na província de Buenos Aires, onde a família administra uma farmácia. Os irmãos planejam comemorar a formatura na boate El Mágico, logo após o plantão de sábado na farmácia. A trama transcorre no estabelecimento familiar, por onde passam um representante médico e dois travestis que procuram injeções de hormônio feminino. É uma celebração com pizza e cerveja quente na qual, depois uma disputa entre garotas, o amor irrompe furiosamente.

20h: 30/40 livingstone (Espanha)
Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 75 min. Concepção, direção e interpretação: Sergi López e Jorge Picó.
Sinopse: Sucesso no festival de Avignon em 2014, 30/40 livingstone é uma peça surrealista, bem-humorada e vibrante escrita, dirigida e interpretada pelos espanhóis Sergi López (conhecido no Brasil por filmes como Harry Chegou para Ajudar, Uma Relação Pornográfica, Tango Livre e O Labirinto do Fauno) e Jorge Picó. Em cena, um explorador (Lopez), após buscar, localizar e observar as mais preciosas espécies do planeta, está à procura, como dizem os relatos, do “animal dos animais” (Picó), invisível aos olhos humanos até agora. Trata-se de sua maior obsessão. O que ele não sabe é que o encontro com esse animal vai mudar sua vida e nada mais será como antes.

GRÁTIS > 20h45: C_VIB (Portugal)
Local: Saguão na frente da sala de cinema. Classificação: Livre. Duração: 45 min. Direção artística e interpretação: Simão Costa e Yola Pinto.
Sinopse: C_VIB é um espetáculo-concerto criado pelos artistas portugueses Yola Pinto (bailarina) e Simão Costa (músico e compositor), que explora as propriedades físicas do som. Formado por quatro esculturas sonoras batizadas de chão, arcos, flor e permanecer, C_VIB desafia o público a ver, ouvir e tocar o som. As peças são constituídas por uma base de chão quadrada com 1,80m de lado, formando uma instalação interativa que materializa o som. Durante o festival, a instalação sonora ficará exposta permanentemente no saguão na frente da sala de cinema do CCBB, onde acontecerá a performance.

10 DE JUNHO (SEXTA)

15h: Canções nómadas (Portugal) > Infantil
Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: indicado para crianças entre 03 e 06 anos. Duração: 45 min. Concepção, direção e interpretação: Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo.
Sinopse: Dois músicos e uma atriz levam as crianças numa viagem pelo mundo. Criado e interpretado pelos artistas portugueses Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo, Canções nómadas procura ligar o mundo por de canções de várias culturas e continentes. Em cena, instrumentos tradicionais de diversos países e instrumentos experimentais construídos a partir de malas, caixas, chapéus de chuva e outros objetos do cotidiano, constroem uma partitura itinerante, uma espécie de mapa do mundo musical.

19h30: Viejo, solo y puto (Argentina)
Local: Teatro 2. (158 lugares). Classificação: 15 anos. Duração: 60 min. Dramaturgia e direção: Sergio Boris. Elenco: Patricio Aramburu, Marcelo Ferrari, Darío Guersenzvaig, Federico Liss e David Rubinstein.
Sinopse: O autor, diretor e ator argentino Sergio Boris aborda o desejo e a insatisfação no premiado espetáculo Viejo, solo y puto. Em cena, Daniel acaba de se formar em Farmácia e Bioquímica, depois de passar mais de uma década estudando longe de casa. Agora está de volta a Wilde, cidade na província de Buenos Aires, onde a família administra uma farmácia. Os irmãos planejam comemorar a formatura na boate El Mágico, logo após o plantão de sábado na farmácia. A trama transcorre no estabelecimento familiar, por onde passam um representante médico e dois travestis que procuram injeções de hormônio feminino. É uma celebração com pizza e cerveja quente na qual, depois uma disputa entre garotas, o amor irrompe furiosamente.

20h: 30/40 livingstone (Espanha)
Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 75 min. Concepção, direção e interpretação: Sergi López e Jorge Picó.
Sinopse: Sucesso no festival de Avignon em 2014, 30/40 livingstone é uma peça surrealista, bem-humorada e vibrante escrita, dirigida e interpretada pelos espanhóis Sergi López (conhecido no Brasil por filmes como Harry Chegou para Ajudar, Uma Relação Pornográfica, Tango Livre e O Labirinto do Fauno) e Jorge Picó. Em cena, um explorador (Lopez), após buscar, localizar e observar as mais preciosas espécies do planeta, está à procura, como dizem os relatos, do “animal dos animais” (Picó), invisível aos olhos humanos até agora. Trata-se de sua maior obsessão. O que ele não sabe é que o encontro com esse animal vai mudar sua vida e nada mais será como antes.

"Viejo, solo y puto" (Foto: Divulgação)
“Viejo, solo y puto” (Foto: Divulgação)

11 DE JUNHO (SÁBADO)

15h: Canções Nómadas (Portugal) > Infantil
Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: indicado para crianças entre 03 e 06 anos. Duração: 45 min. Concepção, direção e interpretação: Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo.
Sinopse: Dois músicos e uma atriz levam as crianças numa viagem pelo mundo. Criado e interpretado pelos artistas portugueses Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo, Canções nómadas procura ligar o mundo por de canções de várias culturas e continentes. Em cena, instrumentos tradicionais de diversos países e instrumentos experimentais construídos a partir de malas, caixas, chapéus de chuva e outros objetos do cotidiano, constroem uma partitura itinerante, uma espécie de mapa do mundo musical.

19h30: Viejo, solo y puto (Argentina)

Local: Teatro 2. (158 lugares). Classificação: 15 anos. Duração: 60 min. Dramaturgia e direção: Sergio Boris. Elenco: Patricio Aramburu, Marcelo Ferrari, Darío Guersenzvaig, Federico Liss e David Rubinstein.
Sinopse: O autor, diretor e ator argentino Sergio Boris aborda o desejo e a insatisfação no premiado espetáculo Viejo, solo y puto. Em cena, Daniel acaba de se formar em Farmácia e Bioquímica, depois de passar mais de uma década estudando longe de casa. Agora está de volta a Wilde, cidade na província de Buenos Aires, onde a família administra uma farmácia. Os irmãos planejam comemorar a formatura na boate El Mágico, logo após o plantão de sábado na farmácia. A trama transcorre no estabelecimento familiar, por onde passam um representante médico e dois travestis que procuram injeções de hormônio feminino. É uma celebração com pizza e cerveja quente na qual, depois uma disputa entre garotas, o amor irrompe furiosamente.

20h: La Wagner (Argentina)
Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 60 min. Dramaturgia e direção: Pablo Rotemberg. Elenco: Ayelén Clavin, Carla Di Grazia, Josefina Gorostiza e Carla Rímola.
Sinopse: O coreógrafo e bailarino argentino Pablo Rotemberg é o autor e diretor de La Wagner, protagonizado por quatro dançarinas – Ayelén Clavin, Carla Di Grazia, Josefina Gorostiza e Carla Rímola –, que também assinam a coreografia em parceria com o diretor. Em cena, as bailarinas permanecem nuas durante toda a apresentação. A música do alemão Richard Wagner foi o ponto de partida para a criação do espetáculo, que denuncia estereótipos e preconceitos relacionados com a feminilidade, violência, sexualidade, erotismo e pornografia.

12 DE JUNHO (DOMINGO)

15h: Canções Nómadas (Portugal) > Infantil
Local: Teatro 3 (86 lugares). Classificação: indicado para crianças entre 03 e 06 anos. Duração: 45 min. Concepção, direção e interpretação: Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo.
Sinopse: Dois músicos e uma atriz levam as crianças numa viagem pelo mundo. Criado e interpretado pelos artistas portugueses Carla Galvão, Fernando Mota e Rui Rebelo, Canções nómadas procura ligar o mundo por de canções de várias culturas e continentes. Em cena, instrumentos tradicionais de diversos países e instrumentos experimentais construídos a partir de malas, caixas, chapéus de chuva e outros objetos do cotidiano, constroem uma partitura itinerante, uma espécie de mapa do mundo musical.

GRÁTIS > 19h: C_VIB (Portugal)
Local: Saguão na frente da sala de cinema. Classificação: Livre. Duração: 45 min. Direção artística e interpretação: Simão Costa e Yola Pinto.
Sinopse: C_VIB é um espetáculo-concerto criado pelos artistas portugueses Yola Pinto (bailarina) e Simão Costa (músico e compositor), que explora as propriedades físicas do som. Formado por quatro esculturas sonoras batizadas de chão, arcos, flor e permanecer, C_VIB desafia o público a ver, ouvir e tocar o som. As peças são constituídas por uma base de chão quadrada com 1,80m de lado, formando uma instalação interativa que materializa o som. Durante o festival, a instalação sonora ficará exposta permanentemente no saguão na frente da sala de cinema do CCBB, onde acontecerá a performance.

20h: La Wagner (Argentina)
Local: Teatro 1 (175 lugares). Classificação: 16 anos. Duração: 60 min. Dramaturgia e direção: Pablo Rotemberg. Elenco: Ayelén Clavin, Carla Di Grazia, Josefina Gorostiza e Carla Rímola.
Sinopse: O coreógrafo e bailarino argentino Pablo Rotemberg é o autor e diretor de La Wagner, protagonizado por quatro dançarinas – Ayelén Clavin, Carla Di Grazia, Josefina Gorostiza e Carla Rímola –, que também assinam a coreografia em parceria com o diretor. Em cena, as bailarinas permanecem nuas durante toda a apresentação. A música do alemão Richard Wagner foi o ponto de partida para a criação do espetáculo, que denuncia estereótipos e preconceitos relacionados com a feminilidade, violência, sexualidade, erotismo e pornografia.