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Möeller e Botelho aumentam lista de projetos com O Despertar da Primavera

A dupla bambambam do teatro musical brasileiro Charles Möeller e Claudio Botelho anunciou, na quinta (18/5), que pretende remontar o espetáculo “O Despertar da Primavera”, de Steven Sater e Duncan Sheik. A notícia pegou todo mundo de surpresa e foi bastante comemorada nas redes sociais. A ideia é levantar o projeto para 2018, quando a montagem original brasileira comemorará nove anos. Mas esse é só um dos projetos que a dupla tem anunciados para o futuro, então é melhor ter cautela nessa ansiedade aí. Há uma fila para acontecer.

Pierre Baitelli e Malu Rodrigues em “O Despertar da Primavera” de 2009 (Foto: Divulgação)

Montagens de “Pippin” e “Se Meu Apartamento Falasse” e uma remontagem de “A Noviça Rebelde” também já foram anunciadas pela dupla e ainda não saíram do papel, por dificuldade de captar o orçamento com patrocinadores em um período de acentuada crise econômica e instabilidade política. Os planos de levar “Kiss Me, Kate – O Beijo da Megera” e “Os Saltimbancos Trapalhões” para São Paulo tampouco se concretizaram. Adquirir os direitos das obras ainda não é sinônimo de concretizar uma montagem: aponta apenas a intenção.

Em dezembro do ano passado, Möeller e Botelho anunciaram a remontagem de “A Noviça Rebelde” para julho deste ano, em comemoração aos nove anos de reinauguração do Teatro Oi Casa Grande, que se deu com esse espetáculo. Já passou da metade de maio e nada mais se fala sobre o assunto. Os diretores têm se dedicado às temporadas simultâneas de “Beatles Num Céu de Diamantes” e “O Que Terá Acontecido a Baby Jane?” no Rio e “Rocky Horror Show” em São Paulo.

(Foto: Divulgação)

Vários prazos foram atropelados no percurso: “Se Meu Apartamento Falasse” havia sido prometido para março ou abril de 2016, e “Pippin” para o segundo semestre do mesmo ano. Além disso, como contratados, Möeller e Botelho cuidariam da versão brasileira de “Peter Pan”, prevista para este ano. Mas a dupla rompeu a parceria com a produtora Fábula Entretenimento, foi substituída por Miguel Falabella na direção, e o musical também não saiu do papel ainda – mas esse já não é mais problema deles.

“O Despertar da Primavera”, então, entra para um grupo de pelo menos quatro musicais que Möeller e Botelho têm os direitos de montar no Brasil. Quais realmente serão levados aos palcos – e em que ordem – ainda é um mistério.

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