A atriz Ana Terra Blanco (de “Confissões de Adolescente”) está entre as 50 candidatas pré-selecionadas para as audições de “Gabriela, o Musical”, novo espetáculo de João Falcão – o mesmo de “Gonzagão, a Lenda”. Ela foi pré-aprovada entre mais de 700 inscrições e participou dos testes na Vila Leopoldina, em São Paulo, na semana passada. Ana aparece em uma das fotos divulgadas por uma reportagem da Folha de S. Paulo neste domingo (10/1).

(Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)

Neta de Billy Blanco e irmã dos atores Daniel Blanco (de “A-Traídos”), Lua Blanco (de “Se Eu Fosse Você, o Musical”), Estrela Blanco (de “Beatles Num Céu de Diamantes”) e Pedro Sol (também de “Beatles Num Céu de Diamantes”), Ana Terra tem se dedicado mais à TV nos últimos anos. Ela fez “Mr. Brau”, “Geração Brasil” e “Malhação”, por exemplo. Além disso, tem uma banda chamada Fulanos e Ciclanos, que toca O Rappa e Charlie Brown Jr., assim como Amy Winehouse e Adele.

As inscrições para os testes de elenco de “Gabriela, o Musical” foram abertos no ano passado. João Falcão pediu mulheres de 18 anos, brasileiras, lindas e que soubessem cantar. Nada muito específico. Ele diz que não está em busca de um perfil exato, e quer ser conquistado pela candidata ideal. O diretor só tem um parâmetro em mente: não quer cópias de Sônia Braga, que imortalizou a personagem na TV nos anos 1970 e no cinema na década de 1980.

Candidatas nas audições de "Gabriela": Ana Terra com livro na mão (Foto: Reprodução / Eduardo Knapp / Folhapress)
Candidatas nas audições de “Gabriela”: Ana Terra com livro na mão (Foto: Reprodução / Eduardo Knapp / Folhapress)

Gabriela originalmente surgiu nas páginas do livro “Gabriela, Cravo e Canela”, do escritor baiano Jorge Amado (1912-2001). É essa obra que serve de base para o espetáculo, que terá produção da Caradiboi Arte e Esportes, e estreará em maio em São Paulo, com previsão de vir para o Rio de Janeiro depois. Gabriela é uma sertaneja de Ilhéus dos anos 1920, que presa pela liberdade e pela brejeirice. Sua sensualidade natural, no entanto, é a característica que mais grita, e perdura no imaginário popular até hoje.

Como o livro já foi traduzido para vários idiomas, a produtora Almali Zraik não esconde a vontade de exportar o musical para fora do Brasil.