Na reta final de sua temporada, “BR-Trans” é o zumzumzum do momento. Todo mundo só fala disso. Com ingressos esgotados até sua última sessão no CCBB, no Centro, o espetáculo do ator Silvero Pereira (de “Metrópole”) vem atraindo cada vez mais atenção – e elogios. A atriz Marieta Severo e o diretor Aderbal Freire-Filho (ambos de “Incêndios”) estiveram presentes na sessão de quarta (3/9) e saíram do teatro encantados. Os dois fizeram questão de parabenizar o artista no fim da sessão, e Marieta disse: “ótimo ator, mais que ator!”.

Na mesma sessão, também estiveram Luiz Fernando Guimarães (de “Como Vencer na Vida Sem Fazer Força”), que fez questão de tirar uma foto com Silvero no celular dele, Tuca Andrada (de “O Olho Azul da Falecida”), Ton Carvalho (de “Todo Vagabundo Tem Seu Dia de Glória”) e Clarice Falcão (de “Confissões de Adolescente”). A atriz não tinha ingresso, e teve que ficar na fila de espera com os amigos para conseguir entrar. Mas entrou feliz e agradecida. Depois, disse no Instagram: “que peça linda”.

Rodrigo Apolinário, Marieta Severo, Silvero Pereira e Aderbal Freire-Filho (Foto: Leonardo Torres)
Rodrigo Apolinário, Marieta Severo, Silvero Pereira e Aderbal Freire-Filho (Foto: Leonardo Torres)
Aderbal Freire-Filho e Marieta Severo (Foto: Leonardo Torres)
Aderbal Freire-Filho e Marieta Severo (Foto: Leonardo Torres)
Marieta Severo e Silvero Pereira (Fotos: Leonardo Torres)
Marieta Severo e Silvero Pereira (Fotos: Leonardo Torres)
Silvero Pereira e Tuca Andrada (Foto: Leonardo Torres)
Silvero Pereira e Tuca Andrada (Foto: Leonardo Torres)
Silvero Pereira, Luiz Fernando Guimarães, Clarice Falcão e Rodrigo Apolinário (Foto: Leonardo Torres)
Silvero Pereira, Luiz Fernando Guimarães, Clarice Falcão e Rodrigo Apolinário (Foto: Leonardo Torres)

“BR-Trans” tem direção de Jezebel De Carli (de “Desvio”) e é resultado de uma pesquisa documental com travestis, transexuais e transformistas do Ceará e do Rio Grande do Sul. Em cena, Silvero conta fragmentos de histórias de pessoas reais com quem viveu ou conheceu durante sua jornada, tratando da discriminação, da transfobia assassina e também de superação e transformação.

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SERVIÇO: qua a seg, 19h30. R$ 10. 70 min. Classificação: 16 anos. Até 6 de setembro. CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil – Rua Primeiro de Março, 66 – Centro. Tel: 3808-2020.